sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Bizarro!



Geralmente eu procuro entender qual a lição que há implícita em cada acontecimento da minha vida...

Ontem foi bizarro.
Levantei de manhã sonolenta, tomei o banho, me vesti, calcei os tênis e vim trabalhar... tudo no piloto automático. Porque acordar mesmo, eu só acordo depois que tomo o café aqui no serviço, olho meus emails e então começo a trabalhar.
O dia foi normal, eu diria... sem nenhum acontecimento extraordinário. Deveria ter ido para a academia após o trabalho, mas acho que exagerei no último treino e estava dolorida.
Assim, resolvi ir para casa, fiz algumas coisas comuns e então fui tomar banho para dormir.
Tirei o tênis do pé esquerdo... quando tirei o do pé direito... AAAHHHH! Pasmem: Uma barata grudada na minha meia!
Gente, uma barata!!! Ela esteve no meu pé o dia inteiro!!! Eu a matei abafada! QUE NOJO!
A maldita deve ter entrado no meu tênis de madrugada, e como eu me vesti sonolenta ligada no piloto automático, não vi...
Bem, a solução foi jogar a meia fora, porque eu tenho PAVOR de baratas e não conseguia nem olhar pra meia pra tirar a barata de lá... eca...
Hoje quando acordei, como ia usar os mesmos tênis, prestei muita atenção antes de calçá-los né! Bati umas 30 vezes no chão, e devo ter acordado o pessoal do apartamento de baixo... rs.

Bem, qual foi o aprendizado que tirei disso? Ah, que eu posso ser forte como for, possuir o conhecimento que for, ser dinâmica como for... mas ainda sucumbo a uma mísera barata nojenta!! Hahahaha!!!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Superação...

Minha paixão por animais é imensa e amadoramente estudo sobre os comportamentos de muitos deles. Infelizmente por morar em apartamento só posso ter dois amigos animais: um cachorro e um papagaio. Acho que só quem tem um amigo desses sabe da capacidade de inteligência e afeto que eles possuem. A história desse cachorro em particular me emocionou.

Esta mensagem foi copiada aqui, e está do jeito que recebi, sem alterações.

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Esta é a história de um cachorro que nasceu na véspera do Natal de 2002.

Ele nasceu com 3 pernas - duas saudáveis e uma anormal, na frente, que teve de ser amputada.

Certamente ele não conseguia andar quando nasceu. Mesmo a sua mãe não o aceitou.

Ele foi rejeitado e desdenhado.


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Seu primeiro dono também nem acreditou que ele sobreviveria. Assim sendo ele até pensou em eliminá-lo.

Naquela época, sua atual dona Jude Stringfellow entrou em sua vida e desejou cuidar dele.

Ela estava determinada a ensiná-lo e treiná-lo para andar por si só.

Ela acreditava que só precisava de um pouco de FÉ.

Por isso ela lhe deu o nome de "Faith" (= Fé).


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No começo ela colocava FAITH numa prancha de surf para que ele sentisse os movimentos da água. Mais tarde lhe dava pasta de amendoim, numa colher, como um premio e recompensa por ter ficado ereto e saltar pela casa.



Até outros cachorros da casa o ajudavam e encorajavam a caminhar. Surpreendentemente, depois de apenas seis meses, como que num milagre, FAITH aprendeu a se equilibrar em suas duas patas traseiras e saltar se movendo para a frente. Depois de mais algum treinamento na neve ele pode caminhar como um ser humano!

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FAITH adora passear.

Não importa para onde ele vai ele sempre atrai as pessoas à sua volta . Agora ele está ficando famoso no cenário internacional. Ele já apareceu em vários jornais e espetáculos de TV. Há, inclusive, um livro cujo título é "With a Little Faith" (Com um pouco de fé), publicado a seu respeito.



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Sua atual proprietária, Jude Stringfellow deixou seu trabalho e carreira como professora, para levá-lo através do mundo, para orar:

"mesmo sem um corpo perfeito, alguém pode ter uma alma perfeita."




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Na vida sempre acontecem coisas indesejáveis.
Talvez uma pessoa que sinta que as coisas não estão indo bem como desejaria, talvez venha a se sentir melhor mudando seu ponto de vista e ver os fatos sob uma nova perspectiva.
Talvez esta mensagem possa trazer a todos novas formas de pensar e encarar a vida.
Talvez, todos possamos apreciar e agradecer cada dia maravilhoso que se seguirá.
A Vida é uma demonstração contínua do poder do pensamento positivo e de ter fé.



Acredite em você!

Nunca perca a fé...

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Outra perspectiva do Amor...



Um esposo foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não amava sua esposa e que pensava em separar-se. O sábio escutou, olhou-o nos olhos e lhe disse apenas uma palavra:

- Ame-a! - e logo se calou.

- Mas já não sinto nada por ela...

- Ame-a! - disse-lhe novamente o sábio.

E diante do desconserto do senhor, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:

- Amar é uma decisão, não um sentimento. Amar é dedicação e entrega. Amar é um verbo, e o fruto dessa ação é o AMOR. O amor é um exercício de jardinagem. Arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado, pois haverá pragas, secas ou excessos de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim. Ame seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire-o e compreenda-o. Isso tudo... Ame.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Paciência


Recebi essa mensagem por email hoje, e já tinha recebido tempos atrás também. Não sei quem é o autor, mas com certeza o que ele diz é verdade!

Eu estou me esforçando para conseguir ter mais paciência... e como é difícil... rsrsrs!

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"Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia. Por muito pouco a madame que parece uma "lady", solta palavrões e berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais", e o bem comportado executivo, "o cavalheiro", se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda tumultuar.

Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça", aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice.

O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio viraram novela. Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela Internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos. Pobre de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para a espiritualidade, a paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.

Pergunte para alguém que você saiba que é "ansioso demais", aonde ele quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida? Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta. E você? Aonde quer chegar? Está correndo tanto para que? Por quem? Seu coração vai agüentar? Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar? A
empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?

Respire... Acalme-se... O mundo está apenas na sua primeira volta e com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência".

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Mantendo o salto...



Ontem eu quase desci do salto! Mas não é o que estão pensando não... Foi literalmente mesmo...

Saí do trabalho com uma amiga e quando estávamos indo para o ponto de ônibus (um pouquinho mais longe do que o habitual), subitamente senti um “desnível” no passo... hahaha! Achei que tivesse pisado em um buraco, olhei para trás e não vi nada. Então achei que foi alucinação...

Dei mais um passo e “TUM” outro desnível. Que indignação! Então vi o salto do meu sapato virado para dentro... Escondido debaixo da sola.

Quebrou bem na metade! Infortúnio! Era a segunda vez que usava o sapato.

Mas tudo bem, na hora só me restou cair na gargalhada, pegar o salto do chão, e correr tentando manter o equilíbrio da altura dos pés, e ainda não perder o ônibus.

Sim... a cena foi hilária. Imagine só... rs

Mas, mulher que é mulher não perde a pose mesmo quebrando o salto! Acho que os homens nunca entenderão o que é isso... hehehe.

Amanhã vou à loja onde comprei, tenta trocar o sapato...

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Ninguém merece!



Com todo o meu esforço em cultivar o auto-controle, hoje eu falhei.

Falhei, porque indignei-me com uma situação bizarra.

Fico impressionada com a capacidade - e por que não dizer esforço? - de certas pessoas em subestimar nossa inteligência. Pedem "apoio" para realizar uma tarefa (traduzindo: cuide da parte burocrática enquanto eu loto sua caixa de email com solicitações) complexa e demorada, solicitam mudanças o tempo todo, geralmente depois que o contrato já foi fechado e a cada alteração precisa de um aditamento (processo muito burocrático aqui), e as solicitações não passam de "caprichos" dos clientes.
Poxa, eu concordo que a satisfação do cliente é importantíssima para o sucesso dos negócios. Mas há limites!
Se o bendito me pede para ficar segurando o teclado na mão enquanto ele digita porque a textura da mesa o incomoda, eu tenho que saber dizer que aquilo não se aplica. Ou não?
(Tá, a solicitação não foi exatamente essa, mas foi tão bizarra quanto)

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Qual a intensidade de tudo?


Hoje ao chegar em casa fui checar minhas mensagens, visitar meus blogs amigos, e o texto da Menina Misteriosa chamou minha atenção. Comentei outro dia como as nossas impressões são conectadas, pois eu me identifico com os textos dela, e ela com alguns meus. Mas este em especial, eu penso totalmente o contrário. Comecei a escrever o comentário no texto dela, mas para variar empolguei-me e ficou grande demais... Assim, resolvi criar um post-resposta-reflexão-impressão.


Ah, o texto da Menina Misteriosa é este (parem, leiam lá e depois voltem pra cá) : http://meninamisteriosa.wordpress.com/2009/08/03/descontrole/



Sinto que a vida só é vida se vivida plenamente. Pra que serve não se aprofundar nos acontecimentos, não se envolver, sentir tudo superficialmente só pelo medo de as coisas não sairem como se esperava?

Não consigo conceber isso. Claro que já sofri de monte, à toa, poderia não ter sofrido tanto... mas em outras circunstâncias em que saiu tudo bem, eu senti também com mais intensidade. Por que insistimos em não querer passar pelas situações ruins? Permito decepcionar-me, abalar-me, chorar até doer o abdômem e ficar com os olhos inchados... depois de lavar a alma levanto, sacudo a poeira e dou a volta por cima. E assim, consigo dar maior valor às pequenas coisas boas que a vida sempre traz!


Certa vez alguém disse para mim: "Vamos tentar para ver se dá certo. Só lhe peço pra não se envolver muito, pois não sei o que será."

Ri. Ri aberto.

Se eu não me envolver com a situação pela qual eu passo, eu não a vivo. Então para que passar por uma situação sem vivê-la? Melhor não passar, deixa para outro ser sem vida que passe.

Minha resposta à pessoa foi: "Desculpe, mas serei sincera. Irei me envolver sim, e não tenha medo disso. Envolver-me não significa que você deva corresponder. Sinta o que você quiser sentir, que eu sinto o que eu quiser sentir. Se não ficarmos juntos, arcarei com as consequências do meu sentimento. Sentirei, talvez lamentarei. Então seguirei minha vida normalmente, agarrando mais oportunidades que vierem."


De fato, em pouco tempo decidimos não ficar juntos. Decidimos, não. Eu decidi. Ele queria mas não queria... queria mas não tinha certeza do que queria. Então disse que: talvez um dia... quem sabe. Decidi que esse dia não haverá, eu não espero o amanhã. Esse dia, felizmente, agora já pertence a outra pessoa. Outra pessoa sem esse medo de viver.


Ah, e o que eu senti quando acabou aquilo a que eu estava me entregando ? Senti no primeiro dia, lamentei um pouco. Mas logo as circunstâncias mostraram-me que foi o melhor que poderia acontecer. Do contrário, não daria espaço para o novo... e mais sintonizado.


E então começa outro ciclo... e envolvo-me novamente... sem medo.