quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Só o amor...




Imagine o seu 2010 com muita paciência, compreensão e harmonia ... não será maravilhoso????!!!!!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Esperança de Ano Novo!



Que possamos avaliar nossas atitudes, anseios, as pessoas que nos cercam, renovando as esperanças, melhorando o que for necessário.

Que todos tenhamos paz no coração, amor de montão, saúde inabalável, fé também.

Um Feliz Ano Novo, cheio de prosperidade, realizações, sucesso, bênçãos.

É o que desejo a vocês, que me acompanham e que eu acompanho, mesmo à distância mas tão pertinho do coração. A verdadeira amizade não escolhe lugar, hora, condição física ou financeira. Ela aparece, aconchega, aquece, compartilha...
Que possamos estar assim tão próximos neste novo ano e nos outros, e nos outros! :o)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Vagando no espaço


Romântica mode on...


Vermelho - Vanessa da Mata

Gostar de ver você sorrir
Gastar das horas pra te ver dormir
Enquanto o mundo roda em vão
Eu tomo o tempo
O velho gasta solidão
Em meio aos pombos na Praça da Sé
O pôr do Sol invade o chão do apartamento

Vermelhos são seus beijos
Que meigos são seus olhos
Ver que tudo pode retroceder
Que aquele velho pode ser eu
No fundo da alma há solidão
E um frio que suplica um aconchego

Vermelhos são seus beijos
Quase que me queimam
Que meigo são seus olhos
Lânguida face
Seus beijos são vermelhos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face

Ver que tudo pode retroceder
Que aquele velho pode ser eu
No fundo da alma há solidão
E um frio que suplica um aconchego

Vermelhos são seus beijos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face
Seus beijos são vermelhos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face

domingo, 20 de dezembro de 2009

Previsões para as Olimpíadas de 2016



Famosos videntes fizeram suas predições para os jogos olímpicos de 2016.
O resumo abaixo segue para conhecimento geral e d
eve ser guardado para posterior confirmação, quando os descrentes serão obrigados a concordar com a verdade contida nessas práticas místicas:


De 2010 a 2015


1. ONGs vão pipocar dizendo que apóiam o esporte, tiram crianças das ruas e as afastam das drogas.
Após as olimpíadas estas ONGs desaparecerão e serão investigadas por desvio de dinheiro publico.

Ninguém será preso ou indiciado.

2. Um grupo de funk vai fazer sucesso com uma música (?) que diz: vou pegar na tua tocha e você põe na minha pira; sendo que eles nunca souberam o que era uma pira até então.

3. Um ano antes, a Globo vai instalar aqueles relógios ridículos na orla de Copacabana e em outras capitais fazendo a contagem regressiva pro inicio dos jogos.

4. Uma escola de samba vai homenagear os jogos, rimando “barão de coubertin” com “sol da manhã”.
Gilberto Gil virá no ultimo carro alegórico vestido de lantejoulas douradas representando o “
espírito olímpico do carioca visitando a corte do Olimpo num dia de sol ao raiar do fogo da vitoria


5. Haverá um concurso pra nomear a mascote dos jogos que será um desenho misturando um índio, o sol do Rio, o Pão de Açúcar e o carnaval, criado por Hans Donner. Os finalistas serão nomes tais como: “Zé do Olimpo”, “Chico Tochinha” e “Kaíque Maratoninha

6. Luciano Huck vai eleger a Musa dos Jogos
, concurso que durará um ano e elegerá uma modelo chamada Kathy Mileine Suellen da Silva

7. Milhões de produtos serão anunciados como oficiais dos jogos, desde as habituais camisetas EU VOU RIO 2016 até calcinhas e, l
ógico, biquinis que de tão pequenos terão apenas 2 dos 5 anéis olímpicos.




Abertura dos jogos


1. A tocha olímpica será roubada ao passar pela baixada fluminense. O COB vai encomendar outra em urgência pro carnavalesco da
Beija Flor.

2. Zeca Pagodinho, Dudu Nobre e a bateria da Mangueira farão um show na praia de Copacabana pra comemorar a chegada do fogo olímpico ao Rio. Por motivo de segurança, Zeca Pagodinho será impedido de ficar a menos de 500 metros da tocha.

3. Durante o percurso da tocha, os brasileiros vão i
nvadir a rua e correr ao lado do atleta que porta a mesma carregando cartolinas cor de rosa onde se lê coisas do tipo "GALVAO FILMA NÓIS", "100% FAVELA DO RATO MOLHADO".

4. Pelé vai errar o nome do presidente do COI, discursar em inglês macarrônico elogiando o povo carioca e ao final vai tropeçar no carpete q
ue foi colado 15 minutos antes do início da cerimônia.

5. Claudia Leite e Ivete Sangalo vão cantar o “Hino das Olimpíadas” composto por Latino e MC Medalha.


6. Durante o Hino Nacional Brasileiro a platéia vai errar a letra, chorar como se entendesse o que está cantando e aplaudir no final como se fosse um gol.

7. Uma brasileira vai ser filmada varias vezes com um top amarelo, um shortinho verde e a bandeira do Brasil pintada da bochecha. Depois dos jogos ela posará pra Playboy sem o top e sem o shortinho, mas com a bandei
ra pintada em outras partes que também começam com a letra B.

8. Por falta de gás na última hora, já que a cerimônia só foi ensaiada durante a madrugada pela primeira vez, a pira não vai funcionar. Ze
ca Pagodinho será o substituto temporário já que a Brahma é um dos patrocinadores. Em entrevista ao Fantástico ele dirá que não se lembra direito do fato.

9. 74 passistas de fio-dental vão iniciar a cerimônia mostrando o legado cultural do Fio ao mundo: a bala perdida, o trafico, o funk, a fav
ela e a b...

10. Durante os jogos de tênis a platéia brasileira vai vaiar os jogadores argentinos obrigando o árbitro a pedir silencio 774 vezes. Como ele pedira em inglês ninguém vai entender e vai continuar vaiando. Galvão Bueno vai dizer que vaiar é bom, mas vaiar os argentinos é melhor ainda. Oscar concordará e depois pedirá desculpas chorando no programa do Gugu.

11. Um simpático cachorro vira-lata furará o esquema de segurança invadindo o desfile da delegação jamaicana. Será carregado por um dos atletas e permanecerá no gramado do Maracanã durante toda cerimônia. Será motivo de 200 reportagens, apelidado de Marley e será adotado por uma modelo emergente que ficará com dó do pobre animalzinho e dirá que ele é gente como a gente.

12. Adriane Galisteu posará para a capa de CARAS ao lado do grande amor da sua vida, um executivo do COB, claro.

13. Os pombos soltos durante a cerimônia ser
ão alvejados por tiros disparados por uma favela próxima e vendidos assados na saída do maracanã por “doix real”.

Durante os jogos

1. Caetano Veloso dará entrevista dizendo que o Rio é lindo, que a cerimônia de abertura foi linda e que aquele negão da camiseta 74 da seleção americana de basquete é lindo.

2. Uma modelo-apresentadora-atriz-exBBB vai engravidar de um jogador de hóquei americano. Sua mãe vai dar entrevista na Luciana Gimenez dizendo que sua filha era virgem até ontem, apesar de ter namorado 74 h
omens nos últimos seis meses e que o atleta americano a seduziu com falsas promessas de vida boa nos EUA. Após o nascimento do bebê ela posará nua e terá um programa de fofocas numa rede de TV de menor expressão.

3. No primeiro dia dos jogos, os EUA, a China e o Canadá já somarão 74 medalhas de ouro, 82 de prata e 4 de bronze. Os jornalistas brasileiros vão dizer a cada segundo que o Brasil é esperança de medalha em 200 modalidades e certeza de medalha em outras 74.

4. Faltando 3 dias para o fim dos jogos, o Brasil terá 3 medalhas de bronze e 1 de ouro, ganha por atletas desconhecidos até então num esporte tipo “caiaque em dupla”. Eles vão ser idolatrados por 15 minutos (somando todas as emissoras abertas e a cabo) como exemplos de força e determinação, a Hebe vai dizer que eles são “uma gracinha” ao posar mordendo a medalha e nunca mais se ouvi
rá os nomes dos atletas.

5. A seleção brasileira de futebol comanda por Ronaldo Fenômeno, tendo Obina como assessor, vai chegar como favorita. Passará fácil pela primeira fase e entrará de salto alto na fase final, perdendo pra seleção de Sumatra por humilhantes 3X0 e tendo que disputar a medalha de bronze com um país centro-americano. Vencerá por 1X0 e não comparecerá à cerimônia de entrega das medalhas porque os jogadores inexplicavelmente tinham compromisso em seus clubes europeus.

6. A seleção americana de vôlei visitará uma esco
la patrocinada pelo Criança Esperança. Nenhuma criança vai entender nada do que eles falarão mas vão rir pra valer ao aparecer na TV. Três meninos vão ganhar uma bola e um uniforme completo dos jogadores e serão encontrados mortos na semana seguinte. Os uniformes nunca mais serão vistos.

7. Os traficantes da Rocinha vão roubar aquele
pó branco que os ginastas passam na mão. Um atleta cubano será encontrado morto numa boate do Baixo Leblon depois de cheirá-lo. O COB, a fim de não atrasar as competições de ginástica, vai substituir o tal pó pelo cimento que estará estocado nos fundos do ginásio, visto que as obras ainda não terão terminado, fato que será usado como desculpa pela eliminação dos ginastas brasileiros.

8. Um atleta brasileiro nunca visto antes terminará em 74º lugar na sua modalidade e roubará a cena ao levantar a camiseta mostrando outra onde se lê:
JARDIM MATILDE NA VEIA!

9. Vários atletas brasileiros apontados como promessa de medalha serão eliminados logo no inicio da competição. Suas provas serão reprisadas em slow motion e 400 horas de programas de debate esportivo vão analisar os motivos das suas falhas.

10. Todos os brasileiros entenderão todas as regras de todas as modalidades que eles nunca nem ouviram falar e saberão na ponta da língua na hora de xingar o atleta que foi eliminado.

11. Dois atletas estrangeiros terão dengue, um membro do Comitê Olímpico sofrerá um sequestro relâmpago e cinco turistas serão assaltados.





Após os jogos

1. Um boxeador brasileiro negro de 1,85m estrelará um filme pornô pra pagar as despesas que teve pra estar nos jogos porque não obteve patrocínio.



2. Faustão entrevistará os atletas brasileiros que não ganharam medalhas (ou seja, a maioria). Não os deixará pronunciar uma palavra sequer, mas dirá que esses caras são exemplos no profissional tanto quanto no pessoal, pessoa de caráter, muito querido no meio esportivo, etc, etc...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Objetivos...



O futuro não é um lugar para onde estamos indo, mas um lugar que estamos criando.
O caminho para ele não é encontrado, mas construído, e o ato de fazê-lo muda tanto o realizador quanto o realizado.
( John Scaar )



Mas para isso é necessária uma boa dose de ousadia, determinação e muitas vezes ignorar os avisos alheios. Por mais que as pessoas tenham boas intenções intereferindo em nosso caminho, o caminho é só nosso e não deles. Arrisque-se! Tenha coragem! Meta as caras! Garanto: dá certo.
Se algo embaralhar lá na frente, e daí? Não use esse medo como desculpa para não tentar. A hora de ser feliz é sempre esta.


E aí eu lembrei desta:

"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã. Porque se você parar pra pensar, na verdade não há."

Alguém já viu o amanhã chegar? Ele nunca chega.. nós nos planejamos, mas amanhã sempre será amanhã, e é só hoje que nós conseguimos realizar o que precisamos. Então, hoje é o dia, minha gente!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Os caminhos nos levam...

Estou me preparando para uma nova fase da minha vida.

Andei fazendo uma retrospectiva breve dos últimos 8 anos, quando atingi a maioridade e não sabia muito bem o que fazer com ela. Medos, insegurança... pense bem: a filhinha protegidinha da mamãe e do papai teria agora que cursar faculdade (e que dúvida escolher o que seguir), trabalhar (liberdade é importante e bom, né?), conhecer pessoas, pessoas, pessoas (pra quem sempre foi tímida e se escondia do mundo... humpf).
Eram muitos desafios de uma vez só para uma pessoa só. Bem, me virei como pude, dei vários tropeços, conheci pessoas, afastei outras (justa ou injustamente) e foi caindo e levantando que descobri que a vida era infinitamente maior do que eu imaginava!
Só que nessa, pensei que fosse grande demais e que eu tinha que viver tudo de uma vez só. Ansiosa... hehehe!
Meti os pés pelas mãos várias vezes, não preciso nem dizer isso, não é mesmo?

Mas, como todo ser humano normal, eu aprendi com meus erros, mesmo tendo magoado uns, sido magoada por outros, ter chorado muito, por fim perdoei os que passaram e espero que eles tenham me perdoado também. Ao menos EU me perdoei. Acho que o essencial para seguirmos em frente e largar as marcas das feridas, é perdoar a si mesmo.

Hoje já sei quem sou, o que quero e onde sou capaz de chegar.
Mas eu juro, juro mesmo que não esperava o que está para acontecer:


Bem, é isso: agora minha rotina mudou completamente com todas as coisas a providenciar, sem deixar de lado a responsabilidade do trabalho e dos estudos. Ufa!

Depois da retrospectiva e dos novos acontecimentos, concluí que cada um erra de formas diferentes... o meus erros, querendo ou não, trouxeram-me a esta realidade. Estou aérea ainda mas muito, muito feliz!

E vamos que vamos!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Um chega pra lá na dor!



Mais de uma vez me recordo. Na infância, quando eu reclamava de alguma dor e, como se costuma dizer, fazia corpo mole para não cumprir alguma tarefa, escutava a história outra vez:

Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crianças, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.
A dor gostou do lugar e se aninhou no dedão do pé direito daquele pai de família. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita atenção para a tal da dor porque o cansaço era maior do que ela.
Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e começou a se preparar para sair.
Não desejando despertar as crianças e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o dedão num brinquedo esquecido no chão.
Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!
Acariciou o dedo dolorido com a mão calosa e enfiou o pé no calçado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela não estava gostando nada de ficar ali, apertada.
O homem, responsável, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o pé do calçado, no trajeto que fez de ônibus.
Contudo, logo mais chegou ao destino. Calçou o sapato e andou.
Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. Não posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.
E tudo acontecia. Ora o dedão topava na quina de um móvel, ora o sapato apertava mais, ora...
A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor já não aguentava mais.
E, quando ao ir para casa, o dedão topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem não sabe me tratar bem.
E lá se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confortável e entrou.
Um homem estava largado no sofá da sala, assistindo televisão. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no dedão do pé.
Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terrível!
Já providenciou uma almofada para acomodar o pé. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.
E no outro, e no outro.
A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolução: Não saio mais daqui!


* * *

Quando a história terminava, eu já sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.
Era a forma de minha mãe me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para não se cumprir as obrigações.
Essa atitude serviu para me tornar alguém com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.
Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da história da dor. E retomava a luta.

* * *

A dor física é sempre sinal de que algo não está bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar um médico para verificar o que seja, antes que o mal avance.
No entanto, pequenos incômodos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por se prostrarem e negligenciarem a atividade profissional, descumprirem suas obrigações.
São desculpas, fugas com a intenção de faltar ao dever.
Pensemos nisso e não nos permitamos entregar por pequenas coisas.
Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas questões físicas obtém fortaleza moral para eventuais dificuldades orgânicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.
Pensemos nisso.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Estou de volta!



É isso aí, pessoal!

Volteiiii das minhas looongas e prazerosas férias!!

Curti muito, viajei, namorei, esqueci do tempo, dos problemas (também resolvi alguns.. rs), de algumas pessoas... Mas é hora de voltar à realidade né?

O mais engraçado é que quando cheguei, meus colegas dando as boas-vindas e fazendo cara de dó: "Ai, como você se sente ao voltar? Terrível, né? Agora começa a labuta denovo..."

Peraí, gente!!! Eu me sinto feliz de ter um emprego pra voltar! Nesses tempos complicados, dou graças a Deus de permanecer empregada e poder tocar minha vidinha... e voltei de baterias recarregadas, cheia de gás, podem crer!

Férias são boas, mas justamente porque sabemos que têm tempo limitado. Porque, confesso, eu não consigo ficar tempo de mais de bobeira.. gosto de ter responsabilidades, de me sentir útil, blablablabla. Amo trabalhar! Eu estava sobrecarregada, apenas. Tá, e de saco cheio de algumas pessoas... mas esse tempo longe delas eu me recuperei e até cheguei desarmada.

Ah, e senti muitas saudades daqui também... volta e meia eu fiz contato com uns e outros, mas eu também adoro escrever, adoro esse meu cantinho!

Então é isso, gente! Estou de volta!!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Um caldinho...


... de por onde tenho andado!!

É só porque estou com muitas saudades de todos!!! Em breve estarei de volta... por enquanto estou aqui e ali... Aonde o vento me levar!

Férias podem durar uns 50 dias?? Please!! Hehehe!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Comunicado:



Pessoas, venho para fazer um comunicado:

Estou saindo em FÉRIAS!!!! Yupiii!!!

Não deixarei de conferir os blogs dos meus amigos, mas não garanto que movimentarei muito o meu...

A menos que apareça algo muito digno de compartilhar, mas certamente terei muito mais novidades quando eu retornar em novembro, ok?

Beijos a todos! Sentirei saudades, mas estarei curtindo!! Hihihi...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Texto: A PIPOCA - Rubem Alves


Recebi esse texto já faz bastante tempo. Hoje estava conversando com um amigo que está justamente passando por uma daquelas fases difíceis que todo mundo já passou ou vai passar na vida. Sabem quando ficamos em dúvida sobre tantas obrigações a cumprir, desejos a serem realizados e (ainda) não foram, e ficamos perdidos sem saber direito qual rumo tomar? Então me veio na lembrança esse texto, e gostaria de compartilhar com vocês.


A PIPOCA
Rubem Alves

A culinária me fascina. De vez em quando eu até me até atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras do que com as panelas.

Por isso tenho mais escrito sobre comidas que cozinhado. Dedico-me a algo que poderia ter o nome de "culinária literária". Já escrevi sobre as mais variadas entidades do mundo da cozinha: cebolas, ora-pro-nobis, picadinho de carne com tomate feijão e arroz, bacalhoada, suflês, sopas, churrascos.

Cheguei mesmo a dedicar metade de um livro poético-filosófico a uma meditação sobre o filme A Festa de Babette que é uma celebração da comida como ritual de feitiçaria. Sabedor das minhas limitações e competências, nunca escrevi como chef. Escrevi como filósofo, poeta, psicanalista e teólogo — porque a culinária estimula todas essas funções do pensamento.

As comidas, para mim, são entidades oníricas.

Provocam a minha capacidade de sonhar. Nunca imaginei, entretanto, que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu.

A pipoca, milho mirrado, grãos redondos e duros, me pareceu uma simples molecagem, brincadeira deliciosa, sem dimensões metafísicas ou psicanalíticas. Entretanto, dias atrás, conversando com uma paciente, ela mencionou a pipoca. E algo inesperado na minha mente aconteceu. Minhas idéias começaram a estourar como pipoca. Percebi, então, a relação metafórica entre a pipoca e o ato de pensar. Um bom pensamento nasce como uma pipoca que estoura, de forma inesperada e imprevisível.

A pipoca se revelou a mim, então, como um extraordinário objeto poético. Poético porque, ao pensar nelas, as pipocas, meu pensamento se pôs a dar estouros e pulos como aqueles das pipocas dentro de uma panela. Lembrei-me do sentido religioso da pipoca. A pipoca tem sentido religioso? Pois tem.

Para os cristãos, religiosos são o pão e o vinho, que simbolizam o corpo e o sangue de Cristo, a mistura de vida e alegria (porque vida, só vida, sem alegria, não é vida...). Pão e vinho devem ser bebidos juntos. Vida e alegria devem existir juntas.

Lembrei-me, então, de lição que aprendi com a Mãe Stella, sábia poderosa do Candomblé baiano: que a pipoca é a comida sagrada do Candomblé...

A pipoca é um milho mirrado, subdesenvolvido.

Fosse eu agricultor ignorante, e se no meio dos meus milhos graúdos aparecessem aquelas espigas nanicas, eu ficaria bravo e trataria de me livrar delas. Pois o fato é que, sob o ponto de vista de tamanho, os milhos da pipoca não podem competir com os milhos normais. Não sei como isso aconteceu, mas o fato é que houve alguém que teve a idéia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, esperando que assim os grãos amolecessem e pudessem ser comidos.

Havendo fracassado a experiência com água, tentou a gordura. O que aconteceu, ninguém jamais poderia ter imaginado.

Repentinamente os grãos começaram a estourar, saltavam da panela com uma enorme barulheira. Mas o extraordinário era o que acontecia com eles: os grãos duros quebra-dentes se transformavam em flores brancas e macias que até as crianças podiam comer. O estouro das pipocas se transformou, então, de uma simples operação culinária, em uma festa, brincadeira, molecagem, para os risos de todos, especialmente as crianças. É muito divertido ver o estouro das pipocas!

E o que é que isso tem a ver com o Candomblé? É que a transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa — voltar a ser crianças! Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosa. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão — sofrimentos cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso aos remédios. Apagar o fogo. Sem fogo o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. De dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: PUF!! — e ela aparece como outra coisa, completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante.

Na simbologia cristã o milagre do milho de pipoca está representado pela morte e ressurreição de Cristo: a ressurreição é o estouro do milho de pipoca. É preciso deixar de ser de um jeito para ser de outro.

"Morre e transforma-te!" — dizia Goethe.

Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando sobre os piruás com os paulistas, descobri que eles ignoram o que seja. Alguns, inclusive, acharam que era gozação minha, que piruá é palavra inexistente. Cheguei a ser forçado a me valer do Aurélio para confirmar o meu conhecimento da língua. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar.

Meu amigo William, extraordinário professor pesquisador da Unicamp, especializou-se em milhos, e desvendou cientificamente o assombro do estouro da pipoca. Com certeza ele tem uma explicação científica para os piruás. Mas, no mundo da poesia, as explicações científicas não valem.

Por exemplo: em Minas "piruá" é o nome que se dá às mulheres que não conseguiram casar. Minha prima, passada dos quarenta, lamentava: "Fiquei piruá!" Mas acho que o poder metafórico dos piruás é maior.

Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.

Ignoram o dito de Jesus: "Quem preservar a sua vida perdê-la-á". A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.

Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira...

"Nunca imaginei que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu".


O texto acima foi extraído do jornal "Correio Popular", de Campinas (SP), onde o escritor mantém coluna bissemanal.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Top 10 Cartões Vermelhos

Já faz um certo tempo, recebi uma lição de casa de dois grandes amigos dos blogs: Altavolt e Menina Misteriosa. Vinha ensaiando para concluir, pois as últimas semanas foram bem corridas, e a criatividade baixa.. hehehe! Mas, conforme prometido, aí vai: A idéia é listar 10 coisas ou situações que mais irritam, causam transtorno ou atrapalham nossa vida de alguma forma, e lhes atribuir cartões vermelhos.


Assim, aí vai o meu Top 10 Cartões vermelhos que não estão listados por ordem de importância nem preferência, nem qualquer ordem. Apenas são as 10 coisas que mais me incomodam atualmente.. hehehe


Grande beijo aos meus queridos e foi mal pela demora da lição de casa!


Top 10 Cartões Vermelhos


1 – Pessoas que se comprometem e não cumprem;

2 – Pessoas que só sabem reclamar da vida;

3 – O Metrô de São Paulo, que vive tendo problemas, causando transtorno na vida de milhares de cidadãos.

4 – As impressoras do departamento em que trabalho... São 3 e sempre 2 se revezam com problemas, causando um imenso gargalo no trabalho de 50 pessoas.. rs

5 – Atendentes de operadoras de telefonia fixa e móvel.

6 – Os motoboys... Não sei como é nas outras regiões, mas aqui em Sampa a situação é calamitosa e odiosa... Eles se acham os donos das ruas, do trânsito, da sua vontade, da sua localização, da sua vida. Um dia ainda abro a porta do carro quando ouvir uma buzininha me mandando encostar pra esquerda pra eles poderem costurar! Hahaha brincadeira, não faço isso... Mas fico mentalmente xingando o indivíduo e levanto o dedo que tem vontade própria, coisa que o nosso querido Altavolt já explicou muito bem aqui.

7 – O Banheiro do setor onde eu trabalho... São 2 cabines e 3 pias para 30 mulheres. Dá pra imaginar? Detalhe: A empresa é de grande porte.

8 – Todos os tipos de poluição das grandes cidades, especialmente aqui em São Paulo. Poluição visual (até que diminuiu um pouco), sonora, do ar, das águas, das ruas, das mentes.

9 – Discriminação social, cultural, ideológica, étnica...

10 – Vou encerrar dando um cartão vermelho pro estresse, pra vida corrida, pra falta de tempo... Justo agora que minhas férias estão se aproximando, meu subconsciente está percebendo e está fazendo meu corpo diminuir o ritmo antes do tempo... tenho que aguentar mais uns dias de trabalho ainda, por favor!! rsrs

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Vício danado, essa delícia!



Responda sinceramente:

Você consegue olhar esta foto e não encher a boca de água e ter uma vontade súbita de comer chocolate?

Eu não sei quanto por cento da população é chocólatra, mas raramente ouço alguém dizer que não gosta de chocolate... Eu sou chocólatra... bem, era uma chocólatra em recuperação né.. Eu já tinha até vencido a ansiedade que me dava vontade de comer uma boa barra de chocolate, ao ponto de olhar uma imagem dessas e nem sentir nada...

Mas... eu abri uma pequena exceção, uns tempos atrás... Permiti-me comer apenas uma vez por semana (já que eu sou alérgica a chocolate). De uma vez por semana, passou para duas, três... E agora já me vejo novamente tendo aquelas vontades súbitas todos os dias!

Hoje foi o cúmulo: comi uma barra grande em menos de 30 minutos... coloquei aqui na gaveta da minha mesa e enquanto não acabava eu não conseguia parar de comer... rsrsrs

Ah, chocolate... Bendito mal-feitor que tanto me agrada!!! Sai daqui!!!

Não, não... vem pra cá, vem! Aaaahhh!!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Sutilezas (doces) da vida



E então novamente...
Nossos caminhos se cruzam,
Nossas palavras se correspondem,
Nossos olhares se encontram...

Não sou mais aquela menina de antes,
Nem você é mais aquele garotão
Apenas a essência permanece
Mas as peculiaridades, ah elas são tantas e diferentes...

Como eu poderia não amar você
Se sua alegria me contagia,
Se sua virilidade me atrai,
E sua proteção me conforta?

Surpreendi-me pensando em você noite passada
E então no sonho que se seguiu
Você apareceu e tomou minha mão entre as suas
Dizendo: seja minha hoje e sempre!

Ah mas que tolice pedir-me isso
Se já sou sua desde aqueles tempos
Em que adolescentes tentávamos fingir
Que não havia faíscas em nossos olhares

Se sua segurança me inspira
Se seu olhar me envolve
Se seu cheiro me inebria
Como eu poderia não amar você?

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Bizarro!



Geralmente eu procuro entender qual a lição que há implícita em cada acontecimento da minha vida...

Ontem foi bizarro.
Levantei de manhã sonolenta, tomei o banho, me vesti, calcei os tênis e vim trabalhar... tudo no piloto automático. Porque acordar mesmo, eu só acordo depois que tomo o café aqui no serviço, olho meus emails e então começo a trabalhar.
O dia foi normal, eu diria... sem nenhum acontecimento extraordinário. Deveria ter ido para a academia após o trabalho, mas acho que exagerei no último treino e estava dolorida.
Assim, resolvi ir para casa, fiz algumas coisas comuns e então fui tomar banho para dormir.
Tirei o tênis do pé esquerdo... quando tirei o do pé direito... AAAHHHH! Pasmem: Uma barata grudada na minha meia!
Gente, uma barata!!! Ela esteve no meu pé o dia inteiro!!! Eu a matei abafada! QUE NOJO!
A maldita deve ter entrado no meu tênis de madrugada, e como eu me vesti sonolenta ligada no piloto automático, não vi...
Bem, a solução foi jogar a meia fora, porque eu tenho PAVOR de baratas e não conseguia nem olhar pra meia pra tirar a barata de lá... eca...
Hoje quando acordei, como ia usar os mesmos tênis, prestei muita atenção antes de calçá-los né! Bati umas 30 vezes no chão, e devo ter acordado o pessoal do apartamento de baixo... rs.

Bem, qual foi o aprendizado que tirei disso? Ah, que eu posso ser forte como for, possuir o conhecimento que for, ser dinâmica como for... mas ainda sucumbo a uma mísera barata nojenta!! Hahahaha!!!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Superação...

Minha paixão por animais é imensa e amadoramente estudo sobre os comportamentos de muitos deles. Infelizmente por morar em apartamento só posso ter dois amigos animais: um cachorro e um papagaio. Acho que só quem tem um amigo desses sabe da capacidade de inteligência e afeto que eles possuem. A história desse cachorro em particular me emocionou.

Esta mensagem foi copiada aqui, e está do jeito que recebi, sem alterações.

____________________

Esta é a história de um cachorro que nasceu na véspera do Natal de 2002.

Ele nasceu com 3 pernas - duas saudáveis e uma anormal, na frente, que teve de ser amputada.

Certamente ele não conseguia andar quando nasceu. Mesmo a sua mãe não o aceitou.

Ele foi rejeitado e desdenhado.


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Seu primeiro dono também nem acreditou que ele sobreviveria. Assim sendo ele até pensou em eliminá-lo.

Naquela época, sua atual dona Jude Stringfellow entrou em sua vida e desejou cuidar dele.

Ela estava determinada a ensiná-lo e treiná-lo para andar por si só.

Ela acreditava que só precisava de um pouco de FÉ.

Por isso ela lhe deu o nome de "Faith" (= Fé).


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No começo ela colocava FAITH numa prancha de surf para que ele sentisse os movimentos da água. Mais tarde lhe dava pasta de amendoim, numa colher, como um premio e recompensa por ter ficado ereto e saltar pela casa.



Até outros cachorros da casa o ajudavam e encorajavam a caminhar. Surpreendentemente, depois de apenas seis meses, como que num milagre, FAITH aprendeu a se equilibrar em suas duas patas traseiras e saltar se movendo para a frente. Depois de mais algum treinamento na neve ele pode caminhar como um ser humano!

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FAITH adora passear.

Não importa para onde ele vai ele sempre atrai as pessoas à sua volta . Agora ele está ficando famoso no cenário internacional. Ele já apareceu em vários jornais e espetáculos de TV. Há, inclusive, um livro cujo título é "With a Little Faith" (Com um pouco de fé), publicado a seu respeito.



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Sua atual proprietária, Jude Stringfellow deixou seu trabalho e carreira como professora, para levá-lo através do mundo, para orar:

"mesmo sem um corpo perfeito, alguém pode ter uma alma perfeita."




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Na vida sempre acontecem coisas indesejáveis.
Talvez uma pessoa que sinta que as coisas não estão indo bem como desejaria, talvez venha a se sentir melhor mudando seu ponto de vista e ver os fatos sob uma nova perspectiva.
Talvez esta mensagem possa trazer a todos novas formas de pensar e encarar a vida.
Talvez, todos possamos apreciar e agradecer cada dia maravilhoso que se seguirá.
A Vida é uma demonstração contínua do poder do pensamento positivo e de ter fé.



Acredite em você!

Nunca perca a fé...

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Outra perspectiva do Amor...



Um esposo foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não amava sua esposa e que pensava em separar-se. O sábio escutou, olhou-o nos olhos e lhe disse apenas uma palavra:

- Ame-a! - e logo se calou.

- Mas já não sinto nada por ela...

- Ame-a! - disse-lhe novamente o sábio.

E diante do desconserto do senhor, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:

- Amar é uma decisão, não um sentimento. Amar é dedicação e entrega. Amar é um verbo, e o fruto dessa ação é o AMOR. O amor é um exercício de jardinagem. Arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado, pois haverá pragas, secas ou excessos de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim. Ame seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire-o e compreenda-o. Isso tudo... Ame.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Paciência


Recebi essa mensagem por email hoje, e já tinha recebido tempos atrás também. Não sei quem é o autor, mas com certeza o que ele diz é verdade!

Eu estou me esforçando para conseguir ter mais paciência... e como é difícil... rsrsrs!

_______________________________
"Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia. Por muito pouco a madame que parece uma "lady", solta palavrões e berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais", e o bem comportado executivo, "o cavalheiro", se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda tumultuar.

Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça", aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice.

O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio viraram novela. Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela Internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos. Pobre de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para a espiritualidade, a paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.

Pergunte para alguém que você saiba que é "ansioso demais", aonde ele quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida? Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta. E você? Aonde quer chegar? Está correndo tanto para que? Por quem? Seu coração vai agüentar? Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar? A
empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?

Respire... Acalme-se... O mundo está apenas na sua primeira volta e com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência".

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Mantendo o salto...



Ontem eu quase desci do salto! Mas não é o que estão pensando não... Foi literalmente mesmo...

Saí do trabalho com uma amiga e quando estávamos indo para o ponto de ônibus (um pouquinho mais longe do que o habitual), subitamente senti um “desnível” no passo... hahaha! Achei que tivesse pisado em um buraco, olhei para trás e não vi nada. Então achei que foi alucinação...

Dei mais um passo e “TUM” outro desnível. Que indignação! Então vi o salto do meu sapato virado para dentro... Escondido debaixo da sola.

Quebrou bem na metade! Infortúnio! Era a segunda vez que usava o sapato.

Mas tudo bem, na hora só me restou cair na gargalhada, pegar o salto do chão, e correr tentando manter o equilíbrio da altura dos pés, e ainda não perder o ônibus.

Sim... a cena foi hilária. Imagine só... rs

Mas, mulher que é mulher não perde a pose mesmo quebrando o salto! Acho que os homens nunca entenderão o que é isso... hehehe.

Amanhã vou à loja onde comprei, tenta trocar o sapato...

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Ninguém merece!



Com todo o meu esforço em cultivar o auto-controle, hoje eu falhei.

Falhei, porque indignei-me com uma situação bizarra.

Fico impressionada com a capacidade - e por que não dizer esforço? - de certas pessoas em subestimar nossa inteligência. Pedem "apoio" para realizar uma tarefa (traduzindo: cuide da parte burocrática enquanto eu loto sua caixa de email com solicitações) complexa e demorada, solicitam mudanças o tempo todo, geralmente depois que o contrato já foi fechado e a cada alteração precisa de um aditamento (processo muito burocrático aqui), e as solicitações não passam de "caprichos" dos clientes.
Poxa, eu concordo que a satisfação do cliente é importantíssima para o sucesso dos negócios. Mas há limites!
Se o bendito me pede para ficar segurando o teclado na mão enquanto ele digita porque a textura da mesa o incomoda, eu tenho que saber dizer que aquilo não se aplica. Ou não?
(Tá, a solicitação não foi exatamente essa, mas foi tão bizarra quanto)

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Qual a intensidade de tudo?


Hoje ao chegar em casa fui checar minhas mensagens, visitar meus blogs amigos, e o texto da Menina Misteriosa chamou minha atenção. Comentei outro dia como as nossas impressões são conectadas, pois eu me identifico com os textos dela, e ela com alguns meus. Mas este em especial, eu penso totalmente o contrário. Comecei a escrever o comentário no texto dela, mas para variar empolguei-me e ficou grande demais... Assim, resolvi criar um post-resposta-reflexão-impressão.


Ah, o texto da Menina Misteriosa é este (parem, leiam lá e depois voltem pra cá) : http://meninamisteriosa.wordpress.com/2009/08/03/descontrole/



Sinto que a vida só é vida se vivida plenamente. Pra que serve não se aprofundar nos acontecimentos, não se envolver, sentir tudo superficialmente só pelo medo de as coisas não sairem como se esperava?

Não consigo conceber isso. Claro que já sofri de monte, à toa, poderia não ter sofrido tanto... mas em outras circunstâncias em que saiu tudo bem, eu senti também com mais intensidade. Por que insistimos em não querer passar pelas situações ruins? Permito decepcionar-me, abalar-me, chorar até doer o abdômem e ficar com os olhos inchados... depois de lavar a alma levanto, sacudo a poeira e dou a volta por cima. E assim, consigo dar maior valor às pequenas coisas boas que a vida sempre traz!


Certa vez alguém disse para mim: "Vamos tentar para ver se dá certo. Só lhe peço pra não se envolver muito, pois não sei o que será."

Ri. Ri aberto.

Se eu não me envolver com a situação pela qual eu passo, eu não a vivo. Então para que passar por uma situação sem vivê-la? Melhor não passar, deixa para outro ser sem vida que passe.

Minha resposta à pessoa foi: "Desculpe, mas serei sincera. Irei me envolver sim, e não tenha medo disso. Envolver-me não significa que você deva corresponder. Sinta o que você quiser sentir, que eu sinto o que eu quiser sentir. Se não ficarmos juntos, arcarei com as consequências do meu sentimento. Sentirei, talvez lamentarei. Então seguirei minha vida normalmente, agarrando mais oportunidades que vierem."


De fato, em pouco tempo decidimos não ficar juntos. Decidimos, não. Eu decidi. Ele queria mas não queria... queria mas não tinha certeza do que queria. Então disse que: talvez um dia... quem sabe. Decidi que esse dia não haverá, eu não espero o amanhã. Esse dia, felizmente, agora já pertence a outra pessoa. Outra pessoa sem esse medo de viver.


Ah, e o que eu senti quando acabou aquilo a que eu estava me entregando ? Senti no primeiro dia, lamentei um pouco. Mas logo as circunstâncias mostraram-me que foi o melhor que poderia acontecer. Do contrário, não daria espaço para o novo... e mais sintonizado.


E então começa outro ciclo... e envolvo-me novamente... sem medo.


quinta-feira, 30 de julho de 2009

Mude de opinião... quando quiser!



"It's times like these, you learn to live again...." (Times like these - Foo Fighters)

A vida é um constante aprendizado. Estamos o tempo todo conhecendo pessoas novas, coisas novas, mudando de opinião (ou não?).
Mudar de opinião não é sinônimo de falta de personalidade, falta de firmeza. Você tem o direito - e o dever - de observar os acontecimentos por outra ótica.
Eu sempre fui muito radical: "eu penso assim, eu sou assim, e dane-se. Não mudo". Idiotice. Muitas vezes eu percebia o que realmente importava nos fatos, mas não voltava atrás, para não contrariar o que eu disse antes. Repito: idiotice.

A qualidade da flexibilidade nos dá a liberdade (ade, ade, ade.. bleh, ficou horrível mas não consegui mudar as palavras) de mudar de opinião. Reconhecer que teve uma postura inadequada, uma visão limitada, e agora abriu-se para uma nova oportunidade com mais conhecimento dos fatos, das consequências, das vantagens e desvantagens, torna tudo mais leve.

Experimente.

Estamos o tempo todo aprendendo e ensinando... e mudando de opinião.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

O Jogo de Empurra


Esta é uma história sobre quatro pessoas:
TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM.

Havia um importante trabalho a ser feito e TODO MUNDO tinha certeza de que ALGUÉM o faria. QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM o fez. ALGUÉM zangou-se porque entendeu que sua execução era responsabilidade de TODO MUNDO.

TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia executá-lo, mas NINGUÉM imaginou que ALGUÉM faria.

Ao final, TODO MUNDO culpou ALGUÉM quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.


É muito mais fácil empurrar a responsabilidade para os outros, não? E depois? Quem assume a bucha?

domingo, 19 de julho de 2009

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Se fosse pra ficar na sombra, eu teria ficado em casa!


Há alguns meses, estive na praia. Verão intenso, muita gente se divertindo e, sentados na areia, um pouco adiante de mim, três pessoas conversavam animadamente.

Uma delas era um rapaz que, por conta de um detalhe, destoava da grande maioria ao redor: embora fosse por volta do meio dia e o calor estivesse escaldante, ele não estava se protegendo do sol.

A certa altura, aproximou-se o moço que alugava esse tipo de acessório e ofereceu:
- Você quer que eu lhe traga um guarda-sol?!?

E ele, muito à vontade na situação em que estava, respondeu quase que indignadamente:
- Meu caro, se fosse pra ficar na sombra, eu teria ficado em casa!

Num primeiro momento, tanto o tom da voz dele quanto a convicção de sua decisão em permanecer sob o sol soaram quase como uma piada para mim. Mas agora, depois de passado todo esse tempo, comecei a me dar conta de quantos diferentes significados aquela frase foi ganhando.

Passei a, repetidas vezes, não só me lembrar, como também a criar metáforas para a tal assertiva. Ficar na sombra é, na linguagem da psicologia, manter-se na inconsciência; é como aquela parte do iceberg que fica debaixo d’água, invisível aos navios, podendo provocar graves acidentes.

Ficar na sombra também quer dizer não se expor, não enfrentar determinada condição como ela é. E, no caso de lançar mão de um acessório para se proteger ou se esconder, é ainda uma estratégia para não ter de lidar com algo que pode estar incomodando, ainda mais se sua intensidade for grande.

Claro que, no caso real, é indiscutível que uso de protetor solar e do guarda-sol são extremamente indicados e benéficos à saúde; mas meu intuito não é julgar a escolha do rapaz e sim refletir sobre o impacto que a afirmação tão convicta dele me causou. Fez com que eu pensasse quantas vezes a gente prefere ficar mergulhado na sombra a sair de casa e ir à luta, ou dar a cara à tapa como diz o ditado popular.

Quantas vezes preferimos uma falsa segurança - ainda que escura e nebulosa - ao risco, à possibilidade de tentar. E - pior! - quantas vezes saímos de casa e, ao sentirmos o calor do sol, ou seja, a chance de viver plena e intensamente uma oportunidade que a vida nos apresenta, corremos em busca de uma sombra, assustados, inseguros.

Preferimos nos omitir a expressar o que pensamos, o que sentimos, o que queremos. E assim, de sombra em sombra, tentando nos esquivar da condição real, vamos perdendo chances incríveis de realizar um sonho, de ocupar um cargo há tempos desejado, de experimentar um amor, de desbravar o desconhecido e, enfim, de nos transformar numa pessoa melhor...

Talvez esteja aí a resposta para tantas atrocidades sendo cometidas, para tamanho mal-estar que tem rondado o planeta de um modo geral: muita sombra imposta sobre lugares, pessoas e situações onde poderia estar brilhando o sol. Muita escuridão onde poderia estar inundado de luz. Muita inconsciência onde bastaria um pouco mais de coragem, um pouco mais de disponibilidade ou simplesmente o exercício de nossa verdadeira humanidade.

Portanto, a conclusão a que chego quando me lembro daquela intrigante frase do rapaz da praia - Se fosse pra ficar na sombra, eu teria ficado em casa! - é a seguinte: que fechemos nossos guarda-sóis, que paremos de inventar tanta sombra para nos proteger ou nos esconder do que está aí para ser vivido... e que sejamos, deste modo, bem mais audaciosos quando o convite for para a vida, para o bem e para o amor!

O amanhã não existe, ele nunca chega. HOJE é o dia de ser feliz!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O amor é filme



(Cordel do Fogo Encantado)

O amor é filme
Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama
Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica
Da felicidade, da dúvida, dor de barriga
É drama, aventura, mentira, comédia romântica

Um belo dia a gente acorda e hum...
Um filme passou por a gente e parece que já se anunciou o episódio dois
É quando a gente sente o amor se aboletar na gente tudo acabou bem,
Agora o que vem depois

O amor é filme
Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama
Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica
Da felicidade, da dúvida, dor de barriga
É drama, aventura, mentira, comédia romântica

É quando as emoções viram luz, e sombras e sons, movimentos
E o mundo todo vira nós dois,
Dois corações bandidos
Enquanto uma canção de amor persegue o sentimento
O Zoom in dá ré e sobem os créditos

O amor é filme e Deus espectador!

"- A gente devia ser como o pessoal do filme, poder cortar as partes chatas da vida, poder evitar certos acontecimentos!
Não é?!?!"

Atitude positiva


Evite uma atitude negativa perante a vida.
Por que baixar o olhar para os esgotos, quando há tanto encanto ao nosso redor?
Pode-se sempre achar alguma falha, mesmo nas maiores obras de arte, da música e da literatura. Mas não é bem melhor desfrutar seu encanto e esplendor?

A vida tem um lado claro e um lado escuro, pois o mundo da relatividade é composto de luz e sombras.
Se você deixar que os seus pensamentos se ocupem com a maldade, você se tornará feio.
Veja somente o bem em tudo, e você absorverá a qualidade da beleza.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Observando...


O metrô de São Paulo está cada dia mais infernal... sempre cheio, sempre parando, sempre abafado, sempre atrasado.

Como qualquer lugar a que se vá nesta cidade é longe demais, ele acaba sendo útil, de alguma forma. Ainda mais considerando que não tenho carro. Bem, mas se tivesse, o trânsito também é um sufoco à parte... enfim.

O fato é que, não tendo eu muitas alternativas, tenho que pegar o metrô todos os dias para ir trabalhar, para ir ao cursinho, para quase todos os lugares. E para tornar essa obrigação menos irritante, eu geralmente ouço meu mp3 ou leio um livro. Amo ler, mas no metrô prefiro a música... Assim eu me envolvo na letra, viajo nos meus pensamentos, acho a solução de alguns problemas, ou fico ainda mais confusa com eles... rs

Mas hoje de manhã, uma cena me chamou a atenção, entre tantas cenas, tantos acontecimentos.
Às vezes eu reparo algumas pessoas... suas expressões... e fico me perguntando o que será que passa pela cabeça delas. Será que têm problemas como eu tenho? Talvez mais, talvez menos.
Talvez estejam ansiosas para chegar em casa e abraçar seus familiares... Ou estejam pensando nas contas a pagar.

Mas hoje de manhã, um rapaz sentado ao meu lado chamou minha atenção.

Ele também estava ouvindo música com seu fone de ouvidos e fiquei deveras curiosa para saber o que ouvia. A expressão de seu rosto era comovente. Estava sério, de olhos fechados... mas não eram olhos fechados de sono, nem cansaço... e realmente viajava na música... E quando abriu os olhos, eles estavam consideravelmente úmidos. Vi que fez um esforço para segurar as lágrimas, em vão. Então deixou escorrer... sem ficar tímido, sem se importar se o estavam olhando, nem o que estariam pensando.

Lembrei de tantas vezes em que eu ouvi música pensando em alguém... e sem perceber estava triste por alguém que se foi... ou feliz por alguém que acabou de chegar...
Imagino que a pessoa nos pensamentos daquele rapaz era muito importante... mas só imaginei isso, porque sei a importância que as pessoas devem ter para cada um de nós. Alguns simplesmente esquecem de reparar nisso, e as perdem... Quando reparam, às vezes é tarde...

Mas eu sempre torço que as pessoas tenham oportunidade de recuperar o que perderam, de alguma forma.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Ouvindo a voz interior


Sabe quando acontece de vir uma vontade que não sabemos de onde vem junto com uma certeza de algo? E quando a vida vai nos dando as pistas necessárias para que acreditemos ainda mais nessa sensação? Pois é, essas sensações são mensagens que nossa alma traz sobre nossas missões e caminhos para encontrarmos nossa felicidade.

Ao ver o filme “O Som do Coração”, fiquei impressionada ao perceber como temos cada vez mais exemplos de que nossa alma se comunica conosco o tempo todo. No filme, o menino sente que precisa fazer sua música porque, através dela, vai realizar seu objetivo. Sua mãe também sempre sentiu uma voz que lhe dizia que seu filho estava vivo, apesar de não haver nada concreto que comprovasse isso. Pois é, muitas vezes as pessoas demoram muito tempo de suas vidas para acreditar que essas sensações são verdadeiras. Afinal, não são algo palpável, não vêm de ninguém nem de nada externo à própria pessoa.

Ao nos deixarmos levar pelas sensações, nos permitimos observar que no meio das incertezas, das situações mais inusitadas, sempre há um aprendizado a ser entendido e absorvido por nós. Basta nos abrirmos a essas mensagens da alma.

Provavelmente você já vivenciou uma situação em que sua intuição, sua voz interior, já tinha passado informações a respeito deste acontecimento ou pessoa. Provavelmente, você não deu importância e achou que fosse coisa de sua cabeça, causada pela sua grande criatividade.


Nós não precisamos de muito para ser felizes e nos encontrar dentro de nós mesmos. Precisamos apenas nos permitir sentir a vida em nós, assim como seus fluxos de energia que fluem em nós.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Se fosse um vilão de cinema, você seria....



É, acho que respondi com sinceridade ao teste... rs

sexta-feira, 26 de junho de 2009

terça-feira, 23 de junho de 2009

A trapaça


Há um homem solitário gritando “abrace-me”
Isso só porque ele é um abandonado
Se o guardião do tempo correr depressa
O homem não viverá muito!

Se ele tivesse tido tempo de contar todas as coisas que planejou
Com uma carta na manga, o que teria alcançado?
Isso não significa nada!

Observando um jogo de cartas rolando
Sentado na cadeira tocando violino
Vi o rosto do apostador se abrir numa risada
Quando ele jogou o Rei de Espadas

Mas o distribuidor das cartas só o encarou
"Tem algo errado aqui", ele pensou
O apostador amarrado caiu de joelhos
E morreu com um tiro

Ele só queria mais tempo
Longe daquela porta mais escura
Mas sua sorte se foi
Quando a luz da aurora chegou de manso
E ele se deitou no chão

Desde a Guerra dos Cem anos até a Criméia
Com uma lança e um mosquete e um arpão romano
A todos os homens que se mantiveram em pé sem medo
A serviço do Rei

Antes de você conhecer seu destino certifique-se de não forçar seu amor
Ele pode não estar por perto nunca mais

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A Executiva


Crônica do Max Gehringer, achei formidável. Principalmente para refletirmos que é importante ter uma boa qualificação, ser competente, pró-ativo, e conseguir uma boa colocação na empresa. Mas não devemos colocar isso no topo das nossas necessidades nem ficarmos fanáticos, histéricos, ansiosos (isso serve pra mim)... porque no final das contas, isso tudo cai por terra mesmo... hehehe


A EXECUTIVA

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma
pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando
voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.

Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas
vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender
bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos
passantes:

- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório,
porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida
para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui
está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?


- No céu.

- No céu???!!!...

- É.

- Tipo assim... o céu, CÉU...? Aquele com querubins voando e
coisas do gênero?


- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.

Apesar das óbvias evidências (nenhuma poluição, todo mundo
sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida
custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.

Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das
infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era
inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o
bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de
presidente do conselho de administração da empresa.

E foi aí que o interlocutor sugeriu:

- Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.
- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? - tlec!
(...)
- Pois não?

A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente,
imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o
próprio Pedro.

Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para
situações inesperadas e reagiu rapidinho:

- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva
bem-sucedida e...

- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?

- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo
'executiva'?

- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.

Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima
autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas
técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo
tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição
hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.

- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe
fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo
e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes
oportunidades para dar um upgrade na produtivida de sistêmica.

- É mesmo?

- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo,
não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem
aqui, e quem faz o quê?

- Ah, não sabemos.

- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão
gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma
anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho
implementando um simples programa de targets individuais
e avaliação de performance.

- Que interessante...

- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização
e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de
perfis psicológicos não consigam resolver.

- !!!...???...!!!...???...!!!

- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar
a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas
factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do
investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?

- Sobre todas as coisas.

- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing
progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de
procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de
produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico,
por exemplo, me parece extremamente atrativo.

- Incrível!

- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que
nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração
atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os
fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega
para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O
desafio que temos pela frente vai resultar em um Turnaround radical.

- Impressionante!

- Isso significa que podemos partir para a implementação?

- Não. Significa que você terá um futuro brilhante... se for
trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever,
exatamente, como funciona o Inferno...

Max Gehringer
(Revista Exame)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Carpe Diem


Aproveite bem o seu dia.

Um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou negócios, num vôo da Air France, onde a comida e a bebida têm a obrigação de oferecer a melhor experiência gastronômica de bordo do mundo, e o avião mergulha pra morte no meio do Atlântico. Sem que você perceba, ou possa fazer algo a respeito, sua vida acabou. Numa bola de fogo ou nos 4.000m de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim.
Você que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido paa assistir ao primeiro filme da noite ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos. Talvez você tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali. Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso. Fim.

Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígio. Como se jamais tivessem existido. Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios. Seu amor imenso pelos filhos e sua incapacidade de expressar esse amor. Seu medo da velhice, suas preocupações com a aposentadoria. Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada 6 meses. Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe. Ou pior: Que continue infeliz com você , tendo deixado de amá-lo. Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida pra que seu time seja campeão, o tesão que você sente pela estranha de ar triste. Suas noites de insônia, essa alergia respiratória que não te abandona, sua saudade do cigarro. Os planos de voltar a malhar, a grande quantia (nem sempre com saldo positivo) dos amores e ódios que você angariou e destilou pela vida, os pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda pra resolver assim que pudesse. Bastou um segundo pra que tudo isso fosse desligado. Clic! Pra que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que queima. Fim...

Então, aproveite bem o seu dia. Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis. Não deixe nada pra depois. Diga o que tem a dizer. Demonstre. Seja você mesmo. Não guarde lixo dentro de casa. Nem jogue seu lixo vizinho ou no ambiente. Não cultive amarguras e sofrimentos. Prefira o sorriso. Ria de tudo, de si mesmo. Não adie alegrias nem contentamentos nem sabores bons.

Seja feliz. Hoje. Amanhã é uma ilusão. Ontem é uma lembrança. Só existe o hoje.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Post Repetido - Algum Tempo Depois

Este texto eu postei aqui no ano passado, mas devido à baixa popularidade do blog na época, não foi visitado por alguns de vocês. Eu gosto de rever as coisas que fiz, escrevi, relembrar alguns momentos para enxergar onde errei e onde posso me desculpar ou simplesmente esquecer e agir diferente da próxima vez.
Mas a razão mais importante de eu colocar o texto aqui novamente é porque fiquei intrigada ao lê-lo. Quando o escrevi, foi por uma razão especial, que depois se tornou completamente banal, e então veio outra razão especial, virou banal novamente, e agora denovo outra especial. E percebi como os ciclos na nossa vida se repetem... Nós encerramos uns ali, iniciam-se outros aqui, e embora as situações e personagens sejam diferentes, as sensações são quase sempre parecidas, mesmo que únicas. A verdade é que este texto escrito quase um ano atrás, poderia muito bem ter sido escrito agora, como se a situação que o gerou nunca tivesse existido e somente esta nova o tivesse suscitado. Confuso? É, até eu me confundi um pouco. Mas a real é: não dê tanta importância para o que te acontece, seja bom ou ruim. Amanhã ou depois tudo muda e você sempre esquece o passado, pra viver melhor o presente. Sempre teremos impressões que virão somente algum tempo depois...

Como sempre, eu escrevo demais... a introdução foi longa, mas segue o referido texto:

Algum tempo depois...

A vida tem seus caminhos tortuosos, complexos, por vezes desesperadores até.
E você se pergunta o por quê de certos acontecimentos, e se queixa tanto que perde umas pequenas alegrias que passaram por você e que teriam ajudado a amenizar a dor. Fica sempre focado no que gostaria que acontecesse, que esquece de viver o que de fato aconteceu. Ou ainda, esquece de tentar mudar o que está acontecendo. E quando você já se conformou com sua triste sina, acreditando que está fadado ao sofrimento, pois deve estar sendo punido por alguma coisa que fez e não se lembra.. esse é o pior momento, o fundo mais fundo do poço que você poderia chegar. Não enxergar que na estrada da vida existem inúmeras bifurcações, e que você pode escolher mudar o seu caminho a qualquer momento que desejar.
Então, você nem sabia, mas ainda restava um pontinho bem pequenininho de esperança lá num cantinho do seu inconsciente... Mas que para o universo esse pontinho tão pequenininho é imenso, se sua intenção é boa... É aí que tudo dá uma reviravolta... E aquilo que você julgava doloroso mas muito importante, e do que não conseguia nunca se desvencilhar, se desmancha no vento como que por milagre. E você passa a enxergar a vida sob uma nova perspectiva, mais alegre e colorida. Não porque se ache em um conto de fadas, não tem nada a ver. Mas porque você percebe quão ridículo e idiota foi acreditando que só existia um caminho pra você, no qual você estava infeliz mas conformado. Você percebe as muitas oportunidades que a vida te trouxe milhares de vezes e você desperdiçou. Mas melhor ainda, você percebe que mesmo você tendo desperdiçado, as alegrias resolveram bater novamente à sua porta e você resolveu atender.
E até mesmo as novas tribulações que você passar a partir de agora, devido ao aprendizado anterior, você saberá contornar com muito mais sabedoria...
E dane-se o que te causava tormento no passado.. a vida é bem melhor agora!!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Uma visão diferente sobre a crise...

Recebi esse texto por email... e achei interessante colocar aqui. Porque é impressionante como as pessoas são demagogas, e "fingem" estar preocupadas com os problemas que assolam a humanidade. E eu estou incluída nesse 'grupo'. Não porque eu não me importe. Eu me importo, mas não há nada palpável que eu possa fazer. Eu faço a minha pequena parte, mas principalmente eu passei a reclamar menos da vida, e buscar melhorias, somente. Porque existem mesmo problemas muito mais complicados que os nossos. E essas pessoas nem reclamam tanto quanto nós. Por quê? Porque elas nem sequer conheceram a estrutura que nós conhecemos e sentimos muita dificuldade de nos separarmos dela. Não se sente falta daquilo que não conheceu. Essas pessoas suportam as dores muito melhor do que nós.

Observações muito interessantes!


Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.

"Vou fazer um slideshow para você.


Está preparado?


É comum, você já viu essas imagens antes.

Quem sabe até já se acostumou com elas.

Começa com aquelas crianças famintas da África.

Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.

Aquelas com moscas nos olhos.

Os slides se sucedem.

Êxodos de populações inteiras.

Gente faminta.

Gente pobre.

Gente sem futuro.

Durante décadas, vimos essas imagens.

No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.

Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.

São imagens de miséria que comovem.

São imagens que criam plataformas de governo.

Criam ONGs.

Criam entidades.

Criam movimentos sociais.

A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá

Sensibiliza.

Ano após ano, discutiu-se o que fazer.

Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.

Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.

Resolver, capicce?

Extinguir.

Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.

Não sei como calcularam este número.

Mas digamos que esteja subestimado.

Digamos que seja o dobro.

Ou o triplo.

Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.

Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.

Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.

Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.

Se quiser, repasse, se não, o que importa?

O nosso almoço tá garantido mesmo...